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RESENHA: Me Chame Pelo Seu Nome


                           
                                                    

ME CHAME PELO SEU NOME
Direção de Luca Guadagnino

                                             
                           

Sinopse: O jovem Elio está enfrentando outro verão preguiçoso na casa de seus pais na bela e lânguida paisagem italiana. Mas tudo muda com a chegada de Oliver, um acadêmico que veio ajudar a pesquisa de seu pai.
Gênero: Drama, Romance


                                                     
Uma Deliciosa Decepção
resenha do filme "Me Chame Pelo Seu Nome" por Daphs


Com direção de Luca Guadagnino (Um Sonho de Amor), o filme Me Chame Pelo Seu Nome (Call Me By Your Name, 2018) trazia altíssimas expectativas. Contando com o galã Armie Hammer (Arrested Development) e o jovem Timothée Chalamet (Lady Bird e Beautiful Boy) como protagonistas, o filme conta a história de um lindo e leve romance, que tem como background as paisagens exuberantes do interior italiano.
A sensação de tranquilidade, paz e leveza do verão são passadas à quem assiste através da união entre a fotografia de Sayombhu Mukdeeprom (As Mil e Uma Noites) e a direção de Guadagnino que sem sombra de dúvidas atingiram êxito em nos transportar para a Itália naqueles meses de 1983. A delicadeza da trilha sonora composta por Sujvan Stevens (Beyond This Place) ajuda a compor não só o romance lentamente desenvolvido, como também nos leva a entender o personagem principal, Élio, que tem a música entre os seus principais talentos.
Realidade é a palavra que melhor poderia definir o que acontece entre Élio e Oliver. É um romance tangível, possível, tão distante e diferente das histórias hollywoodianas à que estamos acostumados que pode até mesmo assustar, num primeiro momento. A problemática de romance gay é deixada de lado e, acima de qualquer questionamento sobre a sexualidade dos personagens ou das dificuldades que poderiam vir a ter em cima da homossexualidade, o diretor se concentra em exibir o primeiro amor, em sua forma mais pura e leve. Assim, não é difícil torcer ou se apegar ao sentimento que esses dois, aos poucos, constroem.
No entanto, mesmo possuindo absolutamente tudo para realmente ser a obra de arte que tantos críticos aclamaram, o filme peca no roteiro de James Ivory (Uma Janela Para O Amor). Fica claro que este tentou acompanhar a sensação de siesta passada pela fotografia e direção, mas não teve o mesmo sucesso, o que resultou em um filme cansativo e repleto de vazios. Apesar de ser possível entender também os objetivos do roteirista, são vários os momentos em que nos pegamos bem mais admirando uma cena do que realmente entendendo o que acontece ali, como nas cenas em que Élio passa minutos lendo ou concentrado em escrever - muitas vezes até sobre Oliver. Alguns dos diálogos trazem também essa já conhecida sensação de realidade e aumentam o carinho que já sentimos pelos personagens, tornando possível até mesmo se identificar com as situações em que eles passam. Ainda assim, os vazios falam mais alto e o roteiro foi o responsável por transformar o que poderia ser uma obra de arte em… Uma deliciosa decepção.
Nem de longe é um filme ruim, de maneira nenhuma, apenas não atingiu às altas expectativas colocadas em cima dele e temos a constante sensação de que algo está fora do lugar. Apesar de terem tentado desenvolver lenta e calmamente o romance entre os dois, a falta de diálogos que expressassem seus sentimentos criou um vazio entre uma cena e outra. Do momento em que se conhecem e se aproximam, temos a impressão até que Élio sentia certa inveja de Oliver e, de repente, tal sentimento parece ter se transformado em amor quando as únicas cenas que poderiam ter explicado esse sentimento são cercadas de silêncios e meias palavras. Incompleto poderia ser a palavra ideal.
Mesmo sem ter lido o livro de André Aciman, obra que inspirou o filme, é totalmente perceptível que teríamos muito mais emoção e sensações com essa história caso tivéssemos a leitura prévia, esta traria os pensamentos do jovem Élio e, talvez, fosse capaz de preencher os espaços vazios da narrativa.
Ao fim, chegou a ser triste assistir uma história que tinha tudo para ser emocionante, se transformar em algo vago, como o que acontece com o filme Her, que também não é dos melhores, mas, comparado à Me Chame Pelo Seu Nome, o roteiro e fotografia sustentam o filme de forma mais coesa.


Nota: 3,2

RESENHA: Sexy por Acidente



                           
                                                    

SEXY POR ACIDENTE
Direção de Marc Silverstein e Abby Kohn

                                               
                           
Sinopse: Renee, uma mulher comum, luta diariamente com sua insegurança. Depois de cair de bicicleta e bater a cabeça, ela de repente acorda acreditando ser a mulher mais capaz e bonita do mundo, começando a viver a vida mais confiante e sem medo das falhas.
Gênero: Comédia


                                                     
I'm All About That Bass
resenha do filme "Sexy por Acidente" por Daphs

Sexy por Acidente (I Feel Pretty, 2018) é o mais novo filme da dupla de diretores Marc Silverstein e Abby Kohn (Para Sempre, Nunca Fui Beijada). A extrovertida Amy Schumer (Descompensada) é a grande estrela do longa e interpreta Renee Barrett, uma mulher no auge de sua vida adulta que, como várias outras, enfrenta problemas com sua auto estima. A problemática se desenrola quando ela acorda de um desmaio causado por uma queda e passa a se ver como uma mulher linda.
Assim como os dois diretores, a equipe do filme em peso tem experiência com comédias, especialmente comédias românticas voltadas para o público feminino. Neste sentido, já era de se esperar que ele trouxesse um roteiro genérico, seguindo a clássica jornada do herói, com diálogos que arrancam risadas, mas facilmente tornam-se esquecíveis. A fotografia não poderia ser mais comum, seguindo uma paleta de cores básica e a clássica regra dos terços.

Num primeiro momento, a trilha sonora de Michael Andrews (Vizinhos e Professora Sem Classe) também parece não merecer destaque, mas basta prestar atenção nas músicas trazidas e alguns detalhes se destacam. Assim, é relevante analisar momentos do filme de acordo com a trilha sonora.

A primeira parte do filme, antes da queda, conta com uma trilha comum e pouco animada, aparentemente para deixar ainda mais claro o estado de humor de Renee. No entanto, uma música mais animada toma a frente logo na primeira cena: “What Lovers Do”, da banda Maroon 5, que aos poucos toma seu espaço entre as que promovem empoderamento e amor próprio (como no vídeoclipe da música Girl Like You). Mais tarde, “This Is The Day” conduz a trama que mostra como era a vida de Renee, desanimadora, triste, entediante e, principalmente, cercada de insegurança.

Então, a queda acontece em meio à uma aula de spinning na academia e a voz de Meghan Trainor invade nossos ouvidos com a música “Me Too”, cuja letra traz “Quem é essa coisa sexy que eu vejo logo ali? Aquela sou eu, na frente do espelho.”. Meghan já é conhecida por suas músicas cercadas de empoderamento e amor próprio, uma delas inclusive nomeia essa resenha, “All About That Bass”, e tem na letra a seguinte frase “Mas estou aqui para te dizer que cada pedacinho de você é perfeito”. Além disso, a cantora é uma das poucas plus-size que conquistou seu lugar na indústria americana, como também é o caso da atriz Amy Schumer.

Segue-se então com músicas pop animadíssimas, que representam bem essa fase de sua vida, incluindo “Girl On Fire”, clássica da Alicia Keys. A música tema do filme é “Good As Hell”, da cantora também plus size menos conhecida que a Trainor, Lizzo. “Vamos, enxugue seus olhos. Você sabe que é uma estrela, você pode tocar o céu”. Também tem um lugar importante a música “What’s Cool”, composta especialmente para o filme, cantada pela francesa Marième.

Voltando mais uma vez as atenções para o roteiro, é perceptível como a trama é clássica, até mesmo podendo ser comparada à outros filmes como “O Amor é Cego” (Shallow Hal, 2001) que segue a mesma premissa de repensar o valor que damos à aparência. Porém, ao contrário dessa outra comédia, em momento nenhum Renee sofre realmente uma alteração física, tudo acontece somente em sua mente. As mudanças que se desenrolam em sua vida se dão apenas pelo poder da autoconfiança, da habilidade de crer em si mesma, ainda que isso seja extremamente difícil.

Sexy por Acidente causou também certa dualidade na crítica. Enquanto alguns o apontam como “O melhor trabalho de Amy Schumer”, outros dizem que o filme é esquecível e tem uma comédia forçada, além de ser pouco relevante. Essas últimas críticas são bem mais comuns que as primeiras. No entanto, será realmente que a mensagem de autoconfiança já tão debatida deve ser analisada como “pouco relevante”? Segundo uma pesquisa da OMS (Organização Mundial da Saúde) realizada em 2012, o espantoso número de 800 mil suicídios por ano chama a nossa atenção. Isso significa que acontece um suicídio a cada 40 segundos e a proporção entre suicídios e tentativas é de 1 para 20 (à cada um suicídio cometido, acontecem vinte tentativas). Levando esses números em conta, soa quase como crueldade analisar uma obra que promove a autoconfiança, como sendo “pouco relevante”.

Apesar de trazer um roteiro genérico, com notáveis problemas (como até certo machismo velado entre comentários que buscam a comédia), com um final previsível e maioria dos personagens pouco cativantes, o filme merece aplausos por ter atingido com sucesso seu principal objetivo, transmitir essa mensagem de amor próprio. Além disso, a atuação de Amy Schumer é lindíssima, que nos faz amar e odiar a Renee com uma facilidade absurda. Saímos do cinema com o coração quentinho, um sorriso no rosto e o refrão de Lizzo ecoando na mente.
"Woo child, tired of the bullshit
Go and dust your shoulders off
(...)
Come now, come and dry your eyes
You know you a star, you can touch the sky."

Nota: 3,8

RESENHA: Sierra Burgess Is A Loser


SIERRA BURGESS IS A LOSER
DIREÇÃO:  Ian Samuels


SINOPSE: Uma mensagem enviada por engano dá início ao romance virtual entre uma nerd e um atleta. O problema é que ele acha que está falando com uma popular líder de torcida.

Gêneros: Filmes adolescentes, Romances adolescentes, Comédias, Comédias românticas, Comédias adolescentes, Filmes românticos


RESENHISTA: RddleWho


RESENHA DE FILME

APRESENTAÇÃO DA OBRA: Irei falar sobre a primeira impressão que tive do filme, o pós assistir ao filme e sobre o filme em si. ALERTA SPOILER, irei avisando desde já!
A protagonista da história Sierra Burgess (Shannon Purser) é uma garota não popular, é a clássica garota nerd de aparência pré julgada que passa a se relacionar virtualmente com Jamey (Noah Centineo) após uma ação de bullying feito por Verônica (Kristine Froseth), onde Jamey conhece Verônica em uma lanchonete e resolve chama-la para sair, e a garota com o intuito de causar importuno e praticar bullying passa o número de Sierra. A partir daí Jamey e Sierra passam a trocar mensagens, sendo que Jamey a todo tempo pensa estar conversando com Verônica. Toda a história e conflito passam a se desenvolver a partir daí.

ESTRUTURA DA OBRA: O filme é uma produção da Netflix com duração de 1h e 45min, e eu costumo amar os trabalhos da netflix, mas esse eu apenas gostei. A obra tem pôster, trailer e uma música (bem boa) que se tornou o ponto alto do filme. Apesar da música ter um contexto muito bom e ser original para o filme, ela não gruda completamente a história, porque o enredo começa com uma pegada e termina com outra, mas isso vocês poderão ler mais para frente. Sobre o pôster, ele remete muito sobre o filme, com certeza ele é um ponto bem alto, ele deixa claro totalmente a essência da história, onde Jamey acredita ser apaixonado por Verônica, Sierra com uma cara de “tô fazendo besteira” e Dan claramente não está aprovando nada daquilo. O trailer também é um ponto forte, representa bastante o filme, representa tanto que é praticamente  o filme inteiro ali, mas bem, é um bom trailer, passa bastante sobre a história e é convidativo.

ANÁLISE DA OBRA: O filme se inicia com Sierra se olhando no espelho e dizendo para si mesma que é uma mulher maravilhosa. Logo de início temos a imagem de uma personagem que se aceita como é, que não se importa com a aparência que causa com as roupas que veste e etc. Ela tem um melhor amigo que se chama Dan, cujo a princípio é o personagem que tem o relacionamento mais consistente com ela. Em contrapartida temos Verônica, que já aparece na história como a bad-girl, a típica garota popular cruel com suas seguidoras; o que já  deixa claro para nós o contexto clichê do que a personagem dela representa. Com tudo isso podemos chegar a conclusão de que Sierra Burgess é inicialmente o clichê de filmes que todo mundo ama e não se cansa de assistir. MAS pensaram errado meus caros, a trama se desenvolve com um contexto bem legal até, mas deixa muitas falhas, principalmente com a veracidade e consistência na personalidade dos personagens.
Ao decorrer do filme você nota já de cara que Sierra não é aquela garota poderosa que você criou na sua imaginação. Ela tem sim problemas de auto aceitação, e isso fica bem notório quando ela de forma alguma quer revelar sua verdadeira identidade para Jamey, e continua mentindo para o garoto, fazendo com que ele acredite que tem um relacionamento com Verônica. Mas vamos por partes, estou me adiantando por aqui.
Sierra e Verônica passam por um conflito, e Verônica claramente não deixaria barato, logo na primeira oportunidade, Verônica, para se livrar de um garoto se aproveita para fazer uma pegadinha com Sierra, e como eu disse, esse é o ponto alto da história, onde tudo passa a acontecer.

~ALERTA SPOILER~
Logo de cara a protagonista percebe que é um engano, que Jamey pensa que ela é uma outra pessoa, e resolve prosseguir com o anonimato. O que só piora as coisas! Ela começa a esconder tudo que possa ligar diretamente a pessoa dela, todas as maneiras que possam fazer Jamey descobrir que ela não é quem ele pensa que é. Jamey começa a se apaixonar pela pessoa que ele conversa e passa a se envolver mais e mais com ela, até que ele resolve avançar as coisas, ele quer vê-la, e esse avanço é outro ponto que começa a transformar a história.
Dan alerta Sierra desde o princípio que é uma péssima ideia levar isso adiante, mas obviamente ela não dá bola, né? Quem daria!

Agora vamos falar da Verônica haha. Ela é apaixonada por um carinha da faculdade e quer se tornar uma garota inteligente para chamar a atenção dele. Assim que Sierra descobre, resolve trocar favores, onde Verônica a ajuda a enganar - você não leu errado, eu disse enganar - Jamey e em troca ela ajuda Verônica com os estudos. E assim começa a amizade delas.
Elas se tornam muito amigas ao decorrer desse período de trocas, os planos de Sierra dão certo e ambas conseguem enganar Jamey. Até que acontece o beijo entre Verônica e Jamey, Sierra literalmente surta e se torna uma pessoa totalmente maldosa.
Óbvio que em algum momento isso iria acontecer, afinal eram os planos desde o princípio, e quando aconteceu Sierra simplesmente fez a maluca e começou a fazer m**** atrás de m****.
Óbvio que no final tudo é lindo e perfeito e tudo dá certo e Sierra fica com o garoto do jeitinho que ela é.
O filme tem alguns pontos bons, mas também tem bastante pontos ruins, mas isso fica para o próximo tópico haha

RECOMENDAÇÃO DA OBRA: É um filme que eu recomendaria para passar o tempo, mas também é aquele tipo de filme que te coloca para pensar, sabe? Porque é certamente um filme problemático em vários aspectos, a começar pela personalidade da protagonista que é completamente bipolar. Ela começa como uma garota forte e consistente, e termina como uma menina medrosa e boba. Você começa o filme achando que é sobre empoderamento, que vai passar alguma mensagem de fato  importante, mas se torna apenas mais um clichê. Ela mente, ela se esconde, ela não se aceita como é. Além do fato de problematizar o tempo inteiro sobre ser alguém fora dos padrões de aceitação para o cara que ela gosta, então logo podemos concluir que ela não é aquela garota do início da história, além do fato dela se diminuir porque acha que não cabe no mundo de um cara. Existem muitos furos na construção da personalidade da personagem.
A personagem mais consistente da história sem dúvida alguma é a Verônica, que é apresentada como uma garota má e mesquinha, mas que no final das contas existe um leque de porquês dela ser assim. A garota sofre pressão em casa, e de si mesma. E a forma que o filme passa isso para o telespectador é bem clara, não fica dúvidas sobre quem ela é.
O Dan, bem, esse é outro personagem que para mim foi muito bem construído. Ele tem o raciocínio lógico ótimo, até parece que ele é o único ser pensante do filme, porque as outras duas só viajam mesmo.
Jamey também é um personagem que senti falta de uma consistência. Ele é um cara inteligente, e também é quarterback. Tem um irmão com deficiência, e isso é mencionado no filme, mas no meu ponto de vista é algo que poderia ter sido mais explorado, até mesmo para ligar mais ao contexto do personagem. Senti falta disso, da profundidade na história dele, afinal de contas ele é um dos protagonistas.  

IDENTIFICAÇÃO DO AUTOR: Eu nunca havia assistido filme desse diretor, e a recepção não foi das melhores. Ian dirigiu mais três filmes além de Sierra Burgess. Achei o filme claramente problemático, como puderam ver, mas também não chega a ser um filme que eu não recomendaria. É um clichê adolescente, quem não ama um bom clichê adolescente?
A base do filme é boa, é consistente, e poderia ter dado muito certo se ele tivesse se prendido a personalidade da Sierra e se aprofundado mais nos personagens secundários. O filme é bom, mas para a imagem que quer passar deixa muitos furos e acaba gerando uma imagem contrária. Na real, a “vilã” se torna sua personagem favorita. Isso aqui por acaso virou Wicked? Bem, é isso, eu não tenho muito mais o que falar, claramente o filme não está no top dos meus faves, mas como eu disse, vale a pena assistir.

AVALIAÇÃO FINAL

3,0/5,0


RESENHA: Para todos os garotos que já amei


PARA TODOS OS GAROTOS QUE JÁ AMEI
DIREÇÃO: SUSAN JOHNSON / AUTORA: JENNY HAN
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SINOPSE: Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

GÊNEROS: Comédias. Comédias Românticas, Comédias Adolescentes
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LEITOR: PURPLE DYNAMITE
DATA DA RECOMENDAÇÃO: 13/10/18
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RESENHA DE FILME/LIVRO
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APRESENTAÇÃO DA OBRA 

IREI FALAR TANTO DO FILME QUANTO DA OBRA LITERÁRIA, POR TANTO, SEMPRE MENCIONEI QUANDO FOR DE CADA. MAS, EM GERAL, TANTO FILME COMO LIVRO SÃO BEM CONSISTENTES E SEMELHANTES EM SEUS ENREDOS PRINCIPAIS. LARA JEAN É UMA JOVEM, DE DESCENDÊNCIA ASIÁTICA - COREANA, PARA SER MAIS EXATA, UM TANTO TÍMIDA FORA DA SUA ZONA DE CONFORTO. ELA NUNCA REALMENTE TEVE UMA EXPERIÊNCIA AMOROSA, MAS É UMA ROMÂNTICA, COM SEUS FILMES E LIVROS, E ACABA FANTASIANDO DEMAIS E SE APAIXONANDO PLATONICAMENTE. POR ISSO, ESCREVE CARTAS, ONDE EXPÕE TODOS OS PORQUÊS E RAZÕES DE SE VER APAIXONADA, ENDEREÇANDO AOS GAROTOS QUE DESDE SEMPRE SE INTERESSOU, MAS NUNCA AS ENVIA. AS CARTAS ERAM PESSOAIS DEMAIS - E ÍNTIMAS DEMAIS. MAS, OBVIAMENTE, UM DIA, SUAS CARTAS SÃO MANDADAS SEM EXPLICAÇÃO E ELA PRECISA LIDAR COM O IMPACTO DE TER SEUS SEGREDOS E SENTIMENTOS EXPOSTOS, SENDO OBRIGADA A ENCARAR A REALIDADE. E COMO ELA RESOLVE LIDAR COM ISSO PODE MUDAR SEU DESTINO PARA SEMPRE.

ESTRUTURA DA OBRA

A ADAPTAÇÃO É UMA PRODUÇÃO NETFLIX, E POR TANTO, É SUPER COMPLETINH/A QUANTO AO MATERIAL DE DIVULGAÇÃO - TEMOS POSTÊRS, DIVERSAS CAPAS QUE TROCAM COM O TEMPO NO CATÁLOGO, FORA OS TRAILERS, CHAMADAS E ENTREVISTAS. COM 99 MINUTOS DE DURAÇÃO, O LONGA NÃO POSSUI UMA SEQUÊNCIA CONFIRMADA, MAS COM TAMANHO SUCESSO E UMA CENINHA PÓS CRÉDITOS, É DE SE ESPERAR QUE TENHAMOS. ISSO PORQUE A OBRA ORIGINAL É UMA TRILOGIA, QUE TEM OS TÍTULOS “PARA TODOS OS GAROTOS QUE JÁ AMEI”, “PS: AINDA AMO VOCÊ” E “AGORA E PARA SEMPRE, LARA JEAN”, COM 320, 304 E 304 PÁGINAS RESPECTIVAMENTE. TODOS OS LIVROS POSSUEM UMA MESMA ‘VIBE’ NA CAPA, E ELAS SÃO BEM SIMPLES E DELICADAS, COM UMA FONTE QUE REMETE UMA CALIGRAFIA MANUAL E A PRÓPRIA PROTAGONISTA.

ANÁLISE DA OBRA

O FILME COMEÇA COM AQUELA INTRODUÇÃO BÁSICA SOBRE O DIA A DIA DA LARA JEAN, APRESENTA OS MEMBROS DA SUA FAMÍLIA, COMO FUNCIONAM SUAS CARTAS E SEU GRANDE E SUPREMO CRUSH PROIBIDO - AFINAL, ELE É NAMORADO DA SUA IRMÃ (E ISTO NÃO É SPOILER!).... TUDO EM SEUS PRIMEIROS CINCO MINUTOS.

E, MESMO ASSIM, NÃO É CORRIDO. É UM RITMO BOM E GOSTOSO, ONDE AS CENAS NÃO FICAM TÃO RECORTADAS, E VOCÊ ENTENDE COMO É A RELAÇÃO FAMILIAR, O JEITO SONHADOR DA LARA JEAN EM POUCO TEMPO E SE PREPARA PARA O INÍCIO DO PLOT EM SI: A REVELAÇÃO DAS CARTAS.

E MESMO ANTES DO REAL MOVIMENTADOR DA TRAMA COMEÇAR, VOCÊ PEGA TODO O RITMO DE MUDANÇA, ISSO PORQUE A IRMÃ MAIS VELHA DE LARA JEAN ESTÁ INDO PARA A UNIVERSIDADE, ELA FICARÁ COMO IRMÃ MAIS VELHA E TUDO A EMPURRA PARA NOVOS HÁBITOS. E NESSA CENA DE DESPEDIDAS VEMOS E ENTENDEMOS BEM A PERSONALIDADE DE SUA FAMÍLIA: A PRATICIDADE DE MARGOT - A MAIS VELHA, O GOSTO PELO DRAMA E SENTIMENTOS DE LARA JEAN - A DO MEIO, A IMPACIÊNCIA E IMPERTINÊNCIA DE KITTY - A MAIS NOVA E UM PAI QUE, MESMO SOLO, É PRESENTE E AMOROSO.

A KITTY É BASTANTE O ALÍVIO CÔMICO DA HISTÓRIA E SUA PRESENÇA É SEMPRE DIVERTIDA, E, COM A ENTRADA NO AMBIENTE ESCOLAR, TEMOS UMA APRESENTAÇÃO BEM CLÁSSICA E CLICHÊ DOS DEMAIS PERSONAGENS QUE VÃO INTERAGIR COM NOSSA PROTAGONISTA, EXPLICANDO CADA UM COM SUAS POSIÇÕES SOCIAIS, FALANDO DO PASSADO E COMO TODOS SE RELACIONAM HOJE EM DIA - DA PATRICINHA QUE VOCÊ SENTE QUE SERÁ O EMPECILHO ATÉ A AMIGA DIFERENTONA E UM EX-DESTINATÁRIO DAS CARTAS.

E ~SPOILER ALERT~ FICA MEIO QUE BEM ÓBVIO QUEM É RESPONSÁVEL POR TODA A BAGUNÇA, POIS APÓS UM DIÁLOGO BEM INTERESSANTE, NOSSA PROTAGONISTA É RECEPCIONADA NA AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA POR PETER K., UM DOS DESTINATÁRIOS, RECÉM SOLTEIRO, COM A CARTA QUE ELA ESCREVEU EM MÃOS.

CLARAMENTE NÃO ERA ALGO QUE ELA ESPERAVA, POIS SUA REAÇÃO É DE ABSOLUTO DESESPERO, O QUE CHEGA A SER BEM ENGRAÇADO E CONSTRANGEDOR. É ÓBVIO O DESESPERO QUE ELA TEM QUE TODOS RECEBAM AS CARTAS, TENDO UMA REAÇÃO NO MÍNIMO IMPULSIVA.

ISSO CRIA UMA PROXIMIDADE FORÇADA COM PETER, AFINAL ~TALVEZ SEJA UM SPOILER~ ELES DECIDEM UNIR O ÚTIL AO AGRADÁVEL, USANDO UM AO OUTRO, E A PARTIR DAÍ, COMEÇAMOS A VER A RELAÇÃO DOS DOIS DESENROLAR EM UMA AMIZADE CHEIA DE TROCAS, SEGREDOS, RISOS E CONTRATOS. É MUITO DIVERTIDO VER ESSAS PESSOAS BEM DIFERENTES INTERAGINDO, MISTURANDO SUAS REFERÊNCIAS - ELES ACABAM SE RETIRANDO DA ZONA DE CONFORTO, E ENTRANDO DEMAIS NA ROTINA UM DO OUTRO.

E DAÍ PARA FRENTE, SÃO 60 MINUTOS BEM FOFOS - E NÃO TÃO PREVISÍVEIS, DE UMA LINDA COMÉDIA ROMÂNTICA, QUE VAI TER OBVIAMENTE SEUS MOMENTOS DE TENSÃO, DESCOBERTA E ETC.

A PARTE POSITIVA É QUE TUDO ISSO SE DESENROLA MUITO BEM, NÃO TEM MUITA ENROLAÇÃO, E VOCÊ SE APROFUNDA CADA VEZ MAIS NO CASAL E PASSA A TORCER LOUCAMENTE QUE ELES PASSEM A VER COMO TUDO JÁ FOI BEM ALÉM DE UM SIMPLES TRATO.

COMO FÃ OBSESSIVA DESSE GÊNERO, O FILME NÃO TRÁS NADA DE ABSURDAMENTE NOVO, MAS NÃO CHEGA A SER RIDICULAMENTE PREVISÍVEL E, SEU MAIOR MOMENTO DE TENSÃO FOGE UM POUCO DO CLICHÊZÃO DE APOSTAS, GRANDES ARMAÇÕES, PORTANTO, MESMO COMO AS TREMENDAS REFERÊNCIAS DA LARA JEAN A FILMES DO GÊNERO, PARA TODOS OS GAROTOS QUE JÁ AMEI NÃO FICA COMO SÓ MAIS UM E REALMENTE TEM UM AR NOVO E ESPECIAL. 

FALANDO DA ADAPTAÇÃO EM SI, A OBRA É MUITO FIEL, E É DE SE ESPERAR, AFINAL, A ROTEIRISTA É A AUTORA, ENTÃO HÁ POUCAS COISAS MODIFICADAS - ELES ACABARAM INSERINDO UM PLOT DO SEGUNDO LIVRO NO FILME E, SE VOCÊ NÃO LEU, NÃO SE INCOMODA, POIS É UM FATO QUE TRÁS MAIS MOVIMENTAÇÃO E CONFLITO NA HISTÓRIA, MAS ROLA UMA DECEPÇÃO APÓS LER, AFINAL, EU GOSTARIA MESMO DE TER UM MOMENTO A PARTE SÓ PARA ISSO, ENVOLVENDO MAIS PERSONAGENS QUE SÓ CHEGAM DEPOIS.

LER O LIVRO, ALIÁS, É UM COMPLEMENTO ESSENCIAL. NÃO SEI COMO É POSSÍVEL, MAS O CASAL E O ROMANCE DA HISTÓRIA É AINDA MAIOR NO MOMENTO DA LEITURA, QUE TEM AINDA MAIS MOMENTOS ESPECIAIS E FRASES MARCANTES. O PRÓPRIO MODO COMO O PETER E A LARA JEAN SE RE-ENCONTRAM NO LIVRO TEM UM CHARME A MAIS - NADA DE ESCOLA POR AQUI.

O RITMO DE LEITURA É ABSURDAMENTE BOM, UMA VEZ QUE DEVOREI A TRILOGIA EM MENOS DE UMA SEMANA, DESESPERADA POR CADA NOVO CAPÍTULO. AS PALAVRAS FLUEM E VOCÊ É CAPAZ DE COMPREENDER COM MUITA FACILIDADE, LOGO SE LIGANDO AOS SENTIMENTOS E O RITMO DA OBRA, ANSIANDO POR MAIS, PARA SABER MAIS DO DIA E DA HISTÓRIA DESSES PERSONAGENS COM OS QUAIS VOCÊ LOGO SE IDENTIFICA.

NO LIVRO A GENTE CONHECE UM POUCO MAIS DA VIDA DESSES PERSONAGENS LONGE DA ESCOLA, E HÁ MAIS PROFUNDIDADE, COISA QUE EU ACHO QUE FICA FALTANDO NO FILME. FICAMOS TÃO ENVOLVIDOS NA BOLHA COLEGIAL QUE NÃO SOMOS APRESENTADOS A RELAÇÕES MAIS COMPLEXAS ENTRE OS PERSONAGENS E, NA HORA DA LEITURA, A AUTORA NÃO DECEPCIONA, PONDO MUITO MAIS QUE SÓ O ROMANCE NA HORA DE DESENVOLVER CADA PERSONAGEM.

TEMOS MUITO MAIS DRAMA AO SE VIRAR PÁGINA A PÁGINA, E É REALMENTE MUITO BONITO COMO A AUTORA FOCA NAS TRADIÇÕES, CULTURAS E RELAÇÕES FAMILIARES ENTRE AS 300 PÁGINAS DE CADA LIVRO.

NO FIM DO PRIMEIRO, VOCÊ FICA COM UM GOSTINHO DE QUERO MAIS E AS OUTRAS DUAS OBRAS NÃO ESTÃO ALI APENAS PARA GANHAR MAIS DINHEIRO. HÁ UMA BOA CONTINUAÇÃO, A HISTÓRIA NÃO SE TORNA REPETITIVA - NEM COM SEUS MOMENTOS DE CLÍMAX OU COM AS RESOLUÇÕES. A HISTÓRIA PASSA POR UM AMADURECIMENTO, ASSIM COMO A PRÓPRIA LARA JEAN PASSA E ISSO É MUITO INTERESSANTE PARA O LEITOR, QUE NÃO SE SENTE SÓ REVENDO OS MESMOS PERSONAGENS, HÁ ALGO NOVO A SE APRENDER SOBRE ELES.


RECOMENDAÇÃO DA OBRA

COMO JÁ DISSE, ESSE É UM GÊNERO QUE CONSUMO DE FORMA ABSURDA. AMO COMÉDIAS ROMÂNTICAS. AS COLEGIAIS ENTÃO? MEU TIPO DE FILME.

ENTENDO QUE MUITOS JÁ ESTÃO ENJOADOS DESSE GÊNERO, QUE DE CERTA FORMA, TEM UMA FÓRMULA E NÃO CONSEGUE MAIS ASSISTIR, MAS AQUI TEMOS UM DIFERENCIAL: ALÉM DE TODA A QUESTÃO DE REPRESENTATIVIDADE, ONDE AS ATRIZES DE FATO TEM DECÊNCIA ASIÁTICA, A HISTÓRIA TRATA DESSE TEMA COM UMA ABORDAGEM E RITMO DIFERENTES E VALE A PENA SE ARRISCAR, E SE APAIXONAR TAMBÉM POR ESSE GÊNERO.

EU MAL NOTEI QUE ESTAVA HÁ 90 MINUTOS VENDO AQUELA HISTÓRIA, E A CARISMA DE TODOS OS PERSONAGENS É BOA DEMAIS, A QUÍMICA FUNCIONA E NÃO DÁ PARA NÃO SE DEIXAR LEVAR COM TUDO AQUILO. O FILME TEM DELICADEZA, TEM UM VISUAL IMPRESSIONANTE E EU REALMENTE AMEI TODO O CENÁRIO DO QUARTO DA PROTAGONISTA E SEUS VISUAIS, REFLETEM MUITO SOBRE ELA E CUMPRE ESSE PAPEL DO CINEMA DE TE MOSTRAR ALÉM DA ATUAÇÃO E DIÁLOGOS.

E AH! QUE DIÁLOGOS! TEM MOMENTOS BEM MARCANTES E VOCÊ COM TODA A CERTEZA IRÁ SE LEMBRAR DE TODOS, MESMO DEPOIS DO FIM DO FILME.

ALÉM DO MAIS, TEM NOITES ONDE PRECISAMOS DE UMA COMÉDIA QUE MOSTRE TODOS OS NOSSOS DESEJOS FRUSTRADOS DE ADOLESCÊNCIA. É ISTO.

E O LIVRO É ABSOLUTAMENTE GOSTOSO, VOCÊ IRÁ PERDER A NOÇÃO ENQUANTO LÊ, E NÃO HÁ PRESENTE MELHOR QUE ESSE, SE DESLIGAR DO UNIVERSO E LER UMA BOA HISTÓRIA. FORA QUE A LARA JEAN ROUBOU MEU CORAÇÃO E ME APAIXONEI E TORCI A CADA PÁGINA, SOFRENDO, CHORANDO E GRITANDO EM CASA, SEGURANDO A TELA DO MEU I-BOOK. A EXPERIÊNCIA DE CONHECER MAIS A FUNDO TODOS AQUELES PERSONAGENS QUE ME APAIXONEI NA TELA FOI INCRÍVEL E NÃO SEI SE É MELHOR COMEÇAR POR UM OU POR OUTRO, AMBOS TEM SEUS PONTOS FORTES E EM NENHUM PONTO, NÃO ME DECEPCIONEI COM NENHUMA DAS PARTES.

LI ESSES LIVROS EM UM MOMENTO MEIO DESANIMADO E, HONESTAMENTE? ME DEU AQUELE AR DE ESPERANÇA E TODA ESSA MAGIA QUE HISTÓRIAS LOUCAS DE AMOR ADOLESCENTES SÃO CAPAZES DE TRANSMITIR.

POR FAVOR! LEIAM E TENHAM UMA EXPERIÊNCIA MAIS QUE COMPLETA E COMENTEM POR AQUI COMO VOCÊS SE SENTIRAM E SE CONECTARAM.

IDENTIFICAÇÃO DO AUTOR

FOI O PRIMEIRO FILME QUE VI COM ESSA DIRETORA, ASSIM COMO A PRIMEIRA LEITURA DE JENNY HAN. ACHEI O FILME BASTANTE DELICADO, COM UM RITMO MARAVILHOSO E NOTEI COMO A PRODUÇÃO INVESTIU E SE PREOCUPOU COM A FOTOGRAFIA, COM A ESCOLHA DO ELENCO, DE FIGURINOS E MUITO MAIS. APÓS ALGUMAS CRÍTICAS, VI OPINIÕES PROFISSIONAIS QUE CONSIDERAM A DIREÇÃO MUITO SEGURA E ETC, MAS, PARA UMA LEIGA E CONSUMIDORA DESSE MATERIAL DE COMÉDIA ROMÂNTICA, ACHEI QUE TUDO FLUIU BEM E EM NENHUM MOMENTO A DIREÇÃO ME DESCONCENTROU OU ATRAPALHOU DE MODO QUE NÃO ME FOCASSE NA HISTÓRIA.

JÁ SOBRE A LEITURA EM SI, FOI RÁPIDA, GOSTOSA E SIMPLES. A AUTORA PASSA MUITO BEM AS SENSAÇÕES DA LARA JEAN, ENTÃO FOI FÁCIL DEMAIS ME PERDER E NÃO CONSEGUIR MAIS NADA ATÉ FINALIZAR A TRILOGIA. EU AMEI A ESCRITA E COMO A AUTORA DESENROLA TEMAS QUE TEM TUDO PARA SER CLICHÊ, DANDO PROFUNDIDADE A TODOS OS PERSONAGENS, ATÉ MESMO AQUELES QUE NÃO APARECEM O TEMPO TODO, LOGO, FOI UMA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA MARAVILHOSA E PRETENDO IR ATRÁS DE MAIS SOBRE ELA E SEUS LIVROS.


AVALIAÇÃO FINAL
4.5/5.0



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